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quinta-feira, 3 de abril de 2014

PÁSCOA 2014 - CRISTO RESSUSCITOU, ALELUIA!


A FORÇA REVOLUCIONÁRIA DAS BEM-AVENTURANÇAS 

Caríssimos amigos, a mensagem que os freis querem dirigir à Comunidade Paroquial, em ocasião da Santa Páscoa, coloca-se na linha da mensagem que o Papa  Francisco escreveu aos jovens em ocasião do próximo Dia Mundial da Juventude, Domingo de Ramos, 13 de Abril. 
Nas  Bem-aventuranças  -  lembra-nos  o  Papa  -  Jesus  prega  o  caminho  da  vida;  aquele caminho que Ele mesmo percorre, ou melhor, que é Ele mesmo, e propõe no  como  caminho  da  verdadeira  felicidade. Em  toda a sua  vida,  desde  o  nascimento na gruta de Belém até à morte na cruz e à ressurreição, Jesus encarnou as Bem-aventuranças.  Todas  as  promessas  do  Reino  de  Deus  se  cumpriram  n’Ele. Jesus ressuscitado é a plenitude das Bem-aventuranças. 
Ao proclamar as Bem-aventuranças, Jesus convida-nosa segui-Lo, a percorrer com Ele o caminho do amor, o único que conduz à vida eterna. Não é uma estrada fácil, mas o Senhor assegura-nos a sua graça e nunca nos deixa sozinhos. Na nossa vida, há pobreza, aflições, humilhações, luta pela justiça, esforço da conversão quotidiana,  combates  para  viver  a  vocação  à  santidade,  perseguições  e  muitos  outros desafios. Mas, se abrirmos a porta a Jesus, se deixarmos que Ele esteja dentro da nossa história, se partilharmos com Ele as alegrias e os sofrimentos, experimentaremos uma paz e uma alegria que só Deus, amor infinito, pode dar. 
Jesus interpela-nos para que respondamos à sua proposta de vida para que decidamos qual caminho queremos seguir a fim de chegar à verdadeira alegria. Tratase dum grande desafio de fé. 
«Bem-aventurados»  quer  dizer  felizes.  Mas  nós  aspiramos  deveras  à  felicidade? 
Num tempo em que somos atraídos por tantas aparências de felicidade, corre-se o risco de contentar-se com pouco, com uma ideia «pequena» da vida. Somos convidados  a  aspirar  a  coisas  grandes!  Ampliar  os  nossos corações!  Não  devemos jamais ir vivendo, mas “viver”. 
Escrevendo aos jovens, São João dizia: «Vós sois fortes, a palavra de Deus permanece  em  vós  e  vós  vencestes  o  Maligno»  (1  Jo2,  14).  Os  cristãos  que  escolhem Cristo são fortes, nutrem-se da sua Palavra e não se «empanturram» com outras coisas. Tenhamos a coragem de ir contra a corrente.Tenhamos a coragem da verdadeira felicidade! 
A Luz do Senhor ressuscitado nos dê a força de vivermos e anunciarmos a verdadeira felicidade. 

(Da mensagem de Papa Francisco, aos Jovens, no dia de Ramos) 

O pároco e os Freis da Comunidade Frei Domingos, frei Paulo, frei José Carlos e frei Severino 

Agradecemos, desde já, a todos os que contribuírem para as necessidades da nossa Igreja, através da CÔNGRUA PAROQUIA



























(para aceder ao calendário por favor click no link supra, tal como para aceder ao Pica-Pau)

sábado, 15 de fevereiro de 2014

IRMÃ CHUVA...




S. Francisco de Assis não incluiu no seu Cântico das criaturas a “irmã chuva”. Louva o Senhor pelo sol, a lua, as estrelas, a terra, as nuvens, o vento, o fogo … e pela água!

Os últimos dias (semanas e mesmo meses) talvez nos distanciem desse conceito de amizade em relação à água se pensarmos no que caiu à terra. A chuva foi mesmo muita… E, mais do que “irmã”, terá sido incómoda, inoportuna, inconveniente… inimiga até se pensarmos em tanto projectos que ficaram pelo caminho pela abundância das águas e nos estragos que foi causando. Cheias, árvores tombadas, casas inundadas, vidas transtornadas… É essa a montra possível de apresentar a “o pobrezinho de Assis” quando diz da água: louvado sejas, meu Senhor, pela irmã água, útil e humilde, preciosa e casta.

Sabemos que é útil. Sim, mas tanta não! Humilde? Não parece… Preciosa e casta? Diante da abundância que aí vai, será necessário pensar pelos menos duas vezes! Discurso meramente instrumental de um comodismo pessoal. Egoísta! É sempre a “nossa irmã água”, sobretudo nestes momentos em que o incómodo parece ser maior do que o benefício. Não serão maiores os estragos quando ela falta, não só no pico do verão como no rigor do inverno, quando a geada queima árvores, flores e frutos? Há não muitos anos foi assim, no nosso “jardim”…

Não há outro critério para além do natural para acolher o ritmo das estações. Mesmo quando parecem atingidas por anormalidades. Digo parecem porque a maior anormalidade estará antes nas muitas intervenções humanas que tentam deter a Natureza. O que dizer de construções junto à orla marítima ou em níveis de água abaixo de qualquer margem? E de molhes artificiais que ousam impedir a força das ondas? Há outras palavras mais “caricatas” que o tentam traduzir: “quebra-mares”, “corta-ondas”, “bate-mares”… O que significam essas palavras? Nem Moisés saberá responder, mesmo com a inspiração nos acontecimentos do Mar Vermelho… Ser naturalmente com a natureza!

Outro princípio dificilmente encontra um quadro normativo que o sustente em qualquer sector da sociedade e em qualquer época. Os ciclos da História demonstram-no em cada geração. Assim acontece sempre. Sobretudo quando em causa está a vida, a vida humana.






(Paulo Rocha no Semanário Ecclesia)




segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Começando a caminhada!

Olá a todos!!!

É com imenso prazer que damos inicio à publicação do blog de Santo António dos Olivais, Coimbra.

Pretendemos que seja um veículo de comunicação, partilha de ideias e factos, entre todos os paroquianos de Santo António dos Olivais, bem como de todos os cristãos em geral.

O principais objectivos deste blog são os seguintes:

1-Dar a conhecer as actividades da Paróquia à comunidade;
2- Dar a conhecer as actividades da Catequese de Santo António dos Olivais;
3- Ser um instrumento de motivação dos catequizandos;
4- Despertar os pais e educadores dos catequizandos para o ensino da palavra de Deus aos seus filhos e educandos;
5- Disponibilizar diversos materiais, textos e ideias para a transmissão da Palavra de Deus.

Esperamos que este simples blog seja do vosso agrado. 

Estamos abertos às vossas ideias e sugestões, que serão bem acolhidas e reflectidas.

Sem mais...